Americano de 33 anos tem 22 filhos com 14 mulheres e deve 'fortuna' de pensão
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Autor Unknown
Orlando Shaw é uma "fábrica de fazer filhos". Aos 33 anos ele já tem 22, com 14 mulheres diferentes.
"Eu era jovem e ambicioso, e amo mulheres. Você não pode condenar um homem por amar as mulheres", disse a uma afiliada da NBC o americano de Nashville (Tennessee).
Tanto "amor" levou Orlando à Justiça. As mães dos seus filhos estão reclamando não terem recebido
pensões. O valor exato não foi revelado, mas as mulheres falam de "dezenas de milhares de dólares". Uma fortuna para os padrões de Orlando.
As crianças têm sido sustentadas pelo Estado, que gasta cerca de R$ 14 mil mensais com os 22 filhos de Orlando.
O americano foi pai pela primeira vez aos 15 anos. Como não tem o dinheiro pedido pelas mães dos seus filhos (a "fábrica" está falida), o caminho de Orlando deverá ser a cadeia. Onde, provavelmente, vai parar de procriar.
Fonte: Page Not Found
Não há nada melhor do que um “susto” para que a pessoa cuide melhor da saúde. Foi assim que aconteceu com Steven Goodwin, que perdeu quase 108 kg em apenas um ano. O rapaz de 38 anos, de Nottingham, na Inglaterra, recebeu um alerta dos médicos de que ele poderia morrer em poucos dias se não se tratasse. As informações são do site Daily Mail desta terça-feira (28).
Goodwin pesava 190 kg depois de passar anos se alimentando apenas com comida pronta e gordurosa. Por causa da obesidade, ele tinha dificuldades para se abaixar e amarrar os cadarços do sapato. Além disso, precisava da ajuda de duas bengalas para pode se levantar.
Em outubro de 2011, o britânico foi levado às pressas ao hospital depois de desmaiar em casa. Os médicos disseram que ele estava com o pneumonia e diabetes grave e avisaram que ele poderia morrer em alguns dias, caso não perdesse peso imediatamente.
Apesar de os médicos terem oferecido uma cirurgia bariátrica, Steven conta que se recusou ao tratamento e iniciou uma dieta alimentar saudável aliada a um programa de exercícios físicos.
Em apenas 13 meses, ele emagreceu quase 108 kg e perdeu 51 cm de cintura, uma mudança que impressionou os seus médicos.
— Eu tinha perdido a vontade de viver e desistido de mim mesmo quando me disseram que eu poderia morrer. Não consigo descrever a vergonha que senti quando ouvi os paramédicos discutindo com os bombeiros em como eles iriam ajudar a me levantar.
Ao se juntar ao grupo Slimming World, Goodwin começou a se exercitar quatro vezes por semana, intercalando entre remo, corrida e levantamento de peso com duração de uma hora cada.
— Lá, todo mundo te apoia, te inspira e não julga. É como se fossemos uma grande família.
Reprodução/Daily Mail - Fonte: r7
Goodwin pesava 190 kg depois de passar anos se alimentando apenas com comida pronta e gordurosa. Por causa da obesidade, ele tinha dificuldades para se abaixar e amarrar os cadarços do sapato. Além disso, precisava da ajuda de duas bengalas para pode se levantar.
Em outubro de 2011, o britânico foi levado às pressas ao hospital depois de desmaiar em casa. Os médicos disseram que ele estava com o pneumonia e diabetes grave e avisaram que ele poderia morrer em alguns dias, caso não perdesse peso imediatamente.
Apesar de os médicos terem oferecido uma cirurgia bariátrica, Steven conta que se recusou ao tratamento e iniciou uma dieta alimentar saudável aliada a um programa de exercícios físicos.
Em apenas 13 meses, ele emagreceu quase 108 kg e perdeu 51 cm de cintura, uma mudança que impressionou os seus médicos.
— Eu tinha perdido a vontade de viver e desistido de mim mesmo quando me disseram que eu poderia morrer. Não consigo descrever a vergonha que senti quando ouvi os paramédicos discutindo com os bombeiros em como eles iriam ajudar a me levantar.
Ao se juntar ao grupo Slimming World, Goodwin começou a se exercitar quatro vezes por semana, intercalando entre remo, corrida e levantamento de peso com duração de uma hora cada.
— Lá, todo mundo te apoia, te inspira e não julga. É como se fossemos uma grande família.
Reprodução/Daily Mail - Fonte: r7
Família mantêm chinês preso em gaiola por mais de dez anos
terça-feira, 28 de maio de 2013
Autor Unknown
Um chinês é mantido pela própria família há mais de dez acorrentado em uma gaiola na casa em que mora no vilarejo de Lijiachong (China). Wu Yuanhong, de 42 anos, foi diagnosticado com esquizofrenia aos 15. Em 2001, ele agrediu até a morte um adolescente de 13 anos, de acordo com a agência AFP.
Autoridades judiciais da província de Jiangxi libertaram Wu um ano depois, já que sua doença significava que ele não era legalmente responsável por seus atos. De acordo com notícia do "Information Daily", a mãe de Wu decidiu prender o filho depois que ele escapou de casa e aterrorizou moradores do vilarejo.
"Meu filho pode ser louco, mas ainda é meu filho. Usar minhas próprias mãos para colocá-lo em uma cela foi muito difícil, foi como ser apunhalada", disse a mãe ao jornal.
O chinês passa os dias apenas de camisa e cueca e com as corrente nos tornozelos.
Fotos: AFP. Fonte: Pagenotfound
Autoridades judiciais da província de Jiangxi libertaram Wu um ano depois, já que sua doença significava que ele não era legalmente responsável por seus atos. De acordo com notícia do "Information Daily", a mãe de Wu decidiu prender o filho depois que ele escapou de casa e aterrorizou moradores do vilarejo.
"Meu filho pode ser louco, mas ainda é meu filho. Usar minhas próprias mãos para colocá-lo em uma cela foi muito difícil, foi como ser apunhalada", disse a mãe ao jornal.
O chinês passa os dias apenas de camisa e cueca e com as corrente nos tornozelos.
Fotos: AFP. Fonte: Pagenotfound



