Sexo oral causa mais câncer de garganta do que cigarro e álcool
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Autor Unknown
Especialistas alertam que sexo oral também precisa ser feito com camisinha.
O cigarro e o consumo frequente de bebidas alcoólicas sempre foram apresentados como vilões dos cânceres de orofaringe, especialmente na região da garganta. Embora ambos continuem sendo importantes fatores de risco, na última década observou-se um aumento significativo de casos da doença relacionados ao vírus HPV (papilomavírus humano).
O oncologista Dr. Luiz Paulo Kowalski, diretor do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo (SP), explica que houve uma mudança no perfil da doença, ou seja, “o que antes era frequente em homens acima dos 50 anos que fumavam e bebiam, agora é mais comum em jovens (30 a 40 anos) que fazem sexo oral desprotegido e têm vários parceiros”.
— É uma epidemia que está começando e acredito que por volta de 2020 o número de casos de câncer na garganta por HPV vai superar o provocado por álcool e tabaco. Atualmente, em São Paulo, cerca de 50% das pessoas com câncer de orofaringe foram infectadas pelo papilomavírus humano.
Para o médico, apesar de a conscientização da sociedade sobre os perigos do tabaco e o consequente abandono do vício, hoje o desenvolvimento do câncer na região da boca é decorrente da mudança de comportamento dos jovens que negligenciam o uso da camisinha.
— A principal forma de contágio é o sexo oral, sendo que ainda existe a possibilidade de transmissão do vírus pelo beijo. Por isso, é importante fazer sexo seguro e procurar restringir o número de parceiros.
Além disso, o especialista reforça que a vacina contra o HPV é a forma mais eficaz de prevenção e deve ser administrada, de preferência, antes do primeiro contato sexual. No entanto, a ginecologista Dra. Neila Maria de Gois Speck, professora afiliada do departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e membro da diretoria da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, avisa que ela também pode ser usada por pessoas mais velhas.
— A indicação de bula é para mulheres entre 9 a 26 anos, mas trabalhos científicos mostram que ela é eficaz até os 50 anos. Além disso, a vacina é aprovada para o uso em homens.
Diagnóstico
Entre os sintomas do câncer de garganta, o médico do Hospital A.C. Camargo destaca dor persistente e progressiva na região, geralmente de um único lado, e dificuldade de engolir. Segundo ele, como o assunto está mais conhecido pela classe médica e população em geral, o diagnóstico se torna precoce e a chance de cura é maior.
— A cura depende da extensão da doença, mas em estágios iniciais a chance é de 90%; em casos mais avançados a porcentagem cai para 70%. Mesmo assim, é importante o paciente redobrar as medidas preventivas porque a doença pode voltar.
Assim como para o câncer de mama, o autoexame na boca e garganta é importante. Dr. Kolwaski orienta olhar na frente do espelho e procurar manchas vermelhas, brancas, feridas e bolinhas na região. Se detectado alguma alteração, vale procurar um especialista que pode, inclusive, ser o dentista ou otorrinolaringologista.
— Caso esses profissionais desconfiem de câncer, o oncologista será contatado e assumirá o caso.
Fonte: R7
Não há nada melhor do que um “susto” para que a pessoa cuide melhor da saúde. Foi assim que aconteceu com Steven Goodwin, que perdeu quase 108 kg em apenas um ano. O rapaz de 38 anos, de Nottingham, na Inglaterra, recebeu um alerta dos médicos de que ele poderia morrer em poucos dias se não se tratasse. As informações são do site Daily Mail desta terça-feira (28).
Goodwin pesava 190 kg depois de passar anos se alimentando apenas com comida pronta e gordurosa. Por causa da obesidade, ele tinha dificuldades para se abaixar e amarrar os cadarços do sapato. Além disso, precisava da ajuda de duas bengalas para pode se levantar.
Em outubro de 2011, o britânico foi levado às pressas ao hospital depois de desmaiar em casa. Os médicos disseram que ele estava com o pneumonia e diabetes grave e avisaram que ele poderia morrer em alguns dias, caso não perdesse peso imediatamente.
Apesar de os médicos terem oferecido uma cirurgia bariátrica, Steven conta que se recusou ao tratamento e iniciou uma dieta alimentar saudável aliada a um programa de exercícios físicos.
Em apenas 13 meses, ele emagreceu quase 108 kg e perdeu 51 cm de cintura, uma mudança que impressionou os seus médicos.
— Eu tinha perdido a vontade de viver e desistido de mim mesmo quando me disseram que eu poderia morrer. Não consigo descrever a vergonha que senti quando ouvi os paramédicos discutindo com os bombeiros em como eles iriam ajudar a me levantar.
Ao se juntar ao grupo Slimming World, Goodwin começou a se exercitar quatro vezes por semana, intercalando entre remo, corrida e levantamento de peso com duração de uma hora cada.
— Lá, todo mundo te apoia, te inspira e não julga. É como se fossemos uma grande família.
Reprodução/Daily Mail - Fonte: r7
Goodwin pesava 190 kg depois de passar anos se alimentando apenas com comida pronta e gordurosa. Por causa da obesidade, ele tinha dificuldades para se abaixar e amarrar os cadarços do sapato. Além disso, precisava da ajuda de duas bengalas para pode se levantar.
Em outubro de 2011, o britânico foi levado às pressas ao hospital depois de desmaiar em casa. Os médicos disseram que ele estava com o pneumonia e diabetes grave e avisaram que ele poderia morrer em alguns dias, caso não perdesse peso imediatamente.
Apesar de os médicos terem oferecido uma cirurgia bariátrica, Steven conta que se recusou ao tratamento e iniciou uma dieta alimentar saudável aliada a um programa de exercícios físicos.
Em apenas 13 meses, ele emagreceu quase 108 kg e perdeu 51 cm de cintura, uma mudança que impressionou os seus médicos.
— Eu tinha perdido a vontade de viver e desistido de mim mesmo quando me disseram que eu poderia morrer. Não consigo descrever a vergonha que senti quando ouvi os paramédicos discutindo com os bombeiros em como eles iriam ajudar a me levantar.
Ao se juntar ao grupo Slimming World, Goodwin começou a se exercitar quatro vezes por semana, intercalando entre remo, corrida e levantamento de peso com duração de uma hora cada.
— Lá, todo mundo te apoia, te inspira e não julga. É como se fossemos uma grande família.
Reprodução/Daily Mail - Fonte: r7
Enquanto a maioria das mulheres preocupa-se em perder peso, a norte-americana Tammy Jung esforça-se para atingir o objetivo contrário: quer engordar o máximo que puder. A jovem posa como modelo obesa em sites na internet, onde posta fotos e vídeos de si mesma. Ela garante que recebe vários elogios de admiradores de mulheres acima do peso, que pedem-na para comer e se pesar diante da câmera. Apesar do assédio, a loira vive em West Hollywood, na Califórnia, com o namorado, Johan Ubermen, de 28 anos, que também parece satisfeito com a forma física dela: “Eu a amo, não importa a aparência dela”, disse o homem ao jornal britânico The Sun.
A jovem segue uma dieta às avessas: no café da manhã, Tammy come waffles, queijo, bacon e salsicha. O almoço é normalmente à base de frango frito ou hambúrgueres, enquanto o menu do jantar intercala pizza e comida mexicana. Não faltam lanchinhos entre as refeições, compostos por rosquinhas, chocolate, sorvete e outras guloseimas. Frequentemente, a loira bebe milk shake por meio de um funil conectado a uma mangueira, com a ajuda do namorado. Os alimentos nada saudáveis, que rendem 5 mil calorias por dia, mais que o dobro do que o organismo adulto precisa, fazem com que Tammy engorde ao ritmo de 20 kg por semestre.
Tammy tem cerca de 1,60 metro de altura e pesa aproximadamente 105 kg, o que resulta em Índice de Massa Corporal (IMC) em torno de 45. Apesar do peso bem acima dos níveis considerados saudáveis, ela quer engordar ainda mais e pretende chegar pelo menos à marca dos 200 kg. Engana-se, contudo, quem pensa que a jovem sempre foi obesa. Ela era uma adolescente magra, com peso em torno de 52 kg, e inclusive chegou a demonstrar habilidade como jogadora de vôlei, mas se diz mais satisfeita agora: “Meu corpo ficou sensual e eu me sinto mais feminina”, afirmou ao The Sun.
A dieta de Tammy pode até proporcionar satisfação pessoal, mas é severamente desaconselhado pelos médicos. Ouvido pelo The Sun, o Dr. Claude Matar, do Centro de perda de peso Pasadena, foi categórico ao falar sobre os riscos que a jovem está correndo: “É muito simples, ela está fazendo com que sua vida seja mais curta. Ela aumentou as próprias chances de morrer mais cedo em mais de 100 %”. A loira disse que esconde seus controversos planos dos pais: “Minha família tem notado que estou ganhando peso, mas eles ainda não sabem que eu estou fazendo isso de propósito.”
Até o momento, quem manifestou preocupação com o estado de saúde da norte-americana foi uma amiga, identificada como Samantha: “Eu pirei quando Tammy me disse, fiquei muito triste e preocupada. Tenho medo que ela não fique conosco por muito mais tempo”. A jovem, contudo, garante que não vai mudar de ideia: “não sinto que eu esteja me sacrificando, pelo contrário, acho que estou melhorando minha vida.” Assista ao vídeo:
Fonte: Testosterona



